Prejuízo da Petrobras foi maior por causa do dólar

Com a alta do dólar, a Petrobrás teve um prejuízo contabilizado no terceiro trimestre de R$ 3,76 bi. A previsão de prejuízo era estimada em R$ 2,3 bi. Apesar de ser o terceiro prejuízo da companhia nos últimos cinco trimestres, o diretor financeiro da estatal, Ivan Monteiro, disse que está satisfeito com os resultados. (Estadão)

Dilma autorizou aliados no congresso a reforçar a meta fiscal prevista para 2016. Com a decisão, a comissão de Orçamento abandonou a proposta de permitir descontos no superávit primário e aprovou manter a meta do setor público em R$ 43,8 bi. A ideia do desconto de R$ 20 bi na meta do governo era do ministério do Planejamento. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi contra. Levy foi contra, argumentando que o governo não poderia passar uma mensagem de descrédito. (Folha)

No ano passado, o relator do projeto do novo Código de Mineração na Câmara, Leonardo Quintão, rejeitou duas emendas que propunham a exigência de seguro ambiental para projetos com potencial de contaminação de água e solo. Após o rompimento da barragem da Samarco, Quintão afirmou que vai fazer duas mudanças no projeto do Código. Uma delas será a exigência do seguro. A segunda mudança será a obrigatoriedade de que as mineradoras tenham um programa de tratamento de resíduos. (Valor)

Documentos do Ministério Público da Suíça mostram que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, podia movimentar os recursos depositados no banco Merril Lynch. Cunha sustenta que não é dono das contas e que não podia movimentá-las. (Globo)

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