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Pacote de investimentos em logística não é totalmente viável

 No pacote de investimentos, lançado ontem,  o governo decidiu segmentar as rodovias e excluir trechos com baixo volume de tráfego. Esse modelo pode afastar os investidores de menor porte. Também foi excluída a exigência de duplicação em vários trechos. 

O pacote foi considerado uma versão reciclada daquele lançado em 2012 e inflado com projetos de pouca viabilidade, principalmente em relação as ferrovias. O Plano de Investimentos em Logística (PIL), como foi batizado, pretende alcançar R$ 198,4 bi em novos investimentos para expandir cerca de 130 rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. A grande parte dos empreendimentos está em estágio inicial de concessão e deve sair do papel apenas em 2017. Terminais de Florianópolis e Fortaleza devem ser os primeiros a serem leiloados. De acordo com o andamento dos processos de concessão, só 35% do montante previsto poderão de fato ser investidos até 2018, quando acaba o mandato de Dilma. Outros 40% podem ficar só no papel. Analistas consideraram alguns projetos inviáveis, como a ferrovia até o Perú – só ela, estimada e R$ 40 bi. Outros R$ 42 bi são de concessões já existentes e a repactuação pode sofrer restrições no TCU. Apesar dos prós e contras, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que não faltará dinheiro para os projetos. (Valor – Folha – Estadão – Globo)

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