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Impasse sobre apoio a ajuste fiscal faz Câmara alterar pauta e aprovar a PEC da Bengala

A Câmara aprovou na noite dessa terça a emenda constitucional que amplia a idade para aposentadoria de ministros dos tribunais superiores. A aposentadoria compulsória passa a ocorrer aos 75 anos. Conhecida como PEC da Bengala, a aprovação foi considerada uma derrota para Dilma que, agora, perde a possibilidade de indicar ao menos mais cinco ministros. Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowsi, Teori Zavaski e Rosa Weber completariam 70 anos no seu mandato. (Folha, Estadão)

A votação da PEC da Bengala ocorreu quando a Câmara estava prestes a iniciar a votação da Medida Provisória 665, a primeira das duas MPs do ajuste fiscal. A troca foi feita quando o PMDB soube que petistas haviam prometido apoiar o ajuste, mas sem o comprometimento do voto. O programa de TV do PT, na noite de ontem também não deixou claro se o partido apoia ou não os ajustes fiscais. O Planalto passou o dia tentando convencer a bancada do seu próprio partido a apoiar as MPs que mudam as regras do seguro-desemprego e do abono salarial. (Estadão)

Sem mostrar a presidente, o programa de TV do Partido dos Trabalhadores atacou à regulamentação da terceirização. Em protesto ao programa, houve panelaços em várias regiões do país. (Globo)

A melhora da visão sobre o Brasil e a manutenção de uma liquidez no mundo aumenta o fluxo de capital estrangeiro na Bovespa. O movimento fez a bolsa subir 16 pontos nessa terça-feira. (Valor)

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