Governo paralisado após prisão de senador

Após a prisão do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral, a votação da nova meta fiscal de 2015 ficou para a próxima segunda-feira. A data ficou apertada para Dilma, que tem até a mesma segunda para editar o decreto sobre suas receitas e despesas desse ano. Se optar por editar uma meta ainda não aprovada pelo Congresso, o governo fica sujeito a sanções do TCU. E se adotar a meta atual, terá de cortar R$ 107 bi. O valor representa a suspensão de todos os gastos não obrigatórios. (Globo)

Em depoimento à Polícia Federal, Delcídio Amaral disse, ontem, que pretendia ajudar o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, a sair da prisão por uma “questão humanitária”. O senador foi preso na terça, acusado de obstruir a Operação Lava Jato. Em gravação, ele articulava um plano de fuga de Cerveró, para impedir que um acordo de delação premiada. O ex-presidente Lula criticou as ações de Delcídio. O PSDB quer a cassação do senador. (Estadão, Folha)


Pérsio Arida, presidente inserido do BTG Pactual, afirmou que o banco não está à venda. Arida assumiu o posto depois da prisão de André Esteves. Arida não vê nenhuma maneira pela qual a instituição possa ser implicada nas investigações (Valor)

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