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Economia de R$ 20 bi será em imposto e reajuste zero para setor público

Dilma Rousseff determinou a redução de mais de R$ 20 bi nas contas do governo, mas preservar os programas sociais. Com isso, a proposta é de reajuste zero para servidores públicos, o que geraria uma economia de R$ 15 bi. Apesar do apoio do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Planejamento é contra a medida. Na reunião emergencial convocada pela presidente, foi descartado zerar o déficit apenas com cortes de gastos sob a justificativa de “parar a máquina pública”. Por isso, o governo insistirá no aumento de impostos e na criação de novos tributos, redução de subsídios e isenções fiscais. Outras propostas, como redução das despesas fixas, com a Previdência e com o funcionalismo vão depender da aprovação do Congresso. O pacote do governo deve ser apresentado nesta segunda. (Globo, Folha, Estadão)

Depois do rebaixamento do grau de investimento do Brasil, pela agência Standard&Pool’s, o custo de financiar investimentos aumentou. Por isso, as empresas de infraestrutura estão recalculando a taxa de retorno necessária para que as novas concessões do governo sejam vantajosas. A taxa de 9,2% para a nova rodada de concessões, a princípio mais atraente que a primeira proposta de 5,5%, já é considerada insuficiente. O governo não descarta a possibilidade de revisar as taxas. A negociação atinge também as 11 concessões atuais de rodovias já administradas pelo setor privado. (Valor)

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