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Desvalorização do real só perde para a moeda russa

O dólar fechou a terça-feira em R$ 4,05, o valor mais alto da história do Real. O aumento é reflexo do cenário político e econômico do país e o receio de que o Brasil volte a ser rebaixado por outra agência de risco. O governo já reconhece que a recessão é maior do que o previsto mas, ainda assim, faz projeções otimistas. O Ministério do Planejamento estimou que o PIB vai recolher 2,44% – mais do que a projeção de dois meses atrás, de 1,49%. O Planejamento afirmou que o déficit da Previdência diminuiu R$ 6,7 bi. Em 2015, o dólar subiu 52,54% em relação ao real. Com a desvalorização dos últimos 12 meses, a moeda brasileira só perde para o rublo russo. A previsão de especialistas é que a cotação continue a aumentar. (Folha, Estadão)

Contrariando os movimentos da segunda-feira, Dilma Rousseff articulou a manutenção da sessão conjunta do Congresso Nacional agendada para terça-feira. A decisão foi reflexo da alta do dólar, que ultrapassou R$ 4,00 – o valor mais alto desde a implantação do Plano Real. A sessão encerrou as 2h19 desta quarta sem a votação de um dos pontos mais polêmicos: o veto ao projeto que reajusta o salários dos servidores do Judiciário em 59,5%. Apesar dos governistas tentarem a aprovação do veto, eles não conseguiram assegurar quórum para a votação. Dos 32 vetos em análise, foram mantidos 26, entre eles, o fator previdenciário e a isenção do PIS/Cofins para o óleo diesel. A manutenção desses vetos foi considerada uma vitória do governo. Parte da votação foi feita em bloco (quando todos os parlamentares de um grupo votam da mesma forma) ou em papel e o resultado exato das apreciações só deve ser divulgado nesta quarta-feira. (Globo, ValorFolha, Estadão)

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