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Descrédito no BC leva dólar a R$ 4,17


DESCONFIANÇA A manutenção da taxa de juros em 14,25% trouxe desconfiança ao mercado e o dólar subiu ao seu maior valor desde o lançamento do Plano Real (1994). A moeda fechou o dia a R$ 4,17 e chegou a ser vendida a R$ 4,70 nos cartões pré-pagos. Analistas interpretaram a manutenção da Selic como uma falta de disposição do Banco Central em conter a escalada de preços. Para o governo, as críticas partem de apoiadores do antigo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Além do dólar, a previsão de inflação também subiu e já esperado 10% esse ano.

TRANSPORTE E COMIDA Reajustes de tarifas de transportes urbanos e a alta do preço dos alimentos in natura estão influenciando na alta da inflação nesse início do ano. Juntam-se a esse grupo a correção do salário mínimo e das mensalidades descolares. A expectativa de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) recuasse no início de 2016 não deve se confirmar.

VOLTAMOS 24 ANOS O país fechou 1,5 milhão de postos de trabalho com carteira assinada no ano passado. Este é o pior resultado dos últimos 24 anos, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência. A indústria representou 40% dos cortes. O único setor que mais contratou do que demitiu foi a agricultura, com um saldo positivo de 9,8 mil postos. Esses números levaram o estoque de empregos cair 3,7% e chegar a patamares de 2012.


POST SCRIPTUM Enquanto isso, na BBC: Brazil says the number of babies born with suspected microcephaly or abnormally small heads since October has now reached nearly 4,000. (Brasil diz que o número de recém-nascidos com suspeita de microcefalia ou anormalidades relativas a redução cerebral está perto de 4 mil)

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