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Cresce movimentação política pró-impeachment

Com a rejeição das contas de Dilma no TCU, a oposição intensifica a articulação com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para acelerar o processo de impeachment. Aécio Neves disse que apoiará o impeachment se ele for posto em votação. Marina Silva, da Rede, que havia se posicionado contra o movimento, informou que a sigla vai avaliar seu apoio. Já a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para decidir se apresenta ao Congresso um pedido, a partir da recomendação do TCU. (Estadão)

O presidente da Câmara, Eduardo Campos, declarou que as denúncias de contas secretas existentes no seu nome, no exterior, é uma ‘execração’. Questionado sobre as contas na Suíça, o deputado se limitou a reiterar o seu depoimento na CPI da Petrobras, quando negou a existência de dinheiro fora do país. Os documentos dos Bancos suíços, no entanto, mostram que os registros de contas atribuídas a Cunha têm seu endereço residencial. Segundo os procuradores europeus, em abril de 2014 Cunha teria fechado duas das suas supostas quatro contas. Aquelas que continuam ativas, foram bloqueadas pelas autoridades estrangeiras. O PSOL já anunciou que vai pedir abertura de processo no Conselho de Ética do Congresso. (Folha, Globo)

O governo começou a mudar sua estratégia política. Os primeiros sinais de que a tática de confronto mudou foi o pronunciamento do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner. Wagner classificou a derrota no julgamento das contas pelo TCU como uma página virada e já anunciou que o assunto na Comissão Mista de Orçamento do Congresso será uma batalha política do governo. (Valor)

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