Comitiva brasileira é impedida de visitar presos políticos na Venezuela

A comitiva brasileira foi hostilizada e não conseguiu cumprir agenda na Venezuela. Manifestantes pró-Maduro – presidente do país – jogaram pedras e esmurram o ônibus da comitiva, que ficou presa na área do aeroporto. Além disso, o grupo teve o caminho bloqueado pela polícia, que alegou estar transportando um preso transferido da Colômbia. Oito senadores, liderados por Aécio Neves, retornaram ao Brasil sem conseguir visitar os presos políticos venezuelanos, que fazem oposição ao governo.  O Itamaraty diz que vai solicitar esclarecimentos da Venezuela. Já a presidente considerou a viagem da comitiva uma “armadilha” da oposição, criando “constrangimento” para o Brasil. (Globo – Estadão)

Também no Estado:

As novas regras para aposentadoria, com o modelo 85/95, já estão em vigor. Editada por medida provisória, nessa quinta, a MP prevê o aumento gradual do tempo mínimo de aposentadoria. Até 2022, o modelo atingirá 90/100. O governo estima que deixará de gastar R$ 50 bi nos próximos 15 anos. (Estado) 

A Petrobras chamou fornecedores do setor de exploração e produção para renegociar contratos. A queda nos preços do petróleo e os impactos da Lava Jato forçaram a companhia a reduzir custos. Em nota, a estatal afirma que a conversa tem como objetivo aprimorar as condições de prestação de serviço, com foco na competitividade. As atividades de produção e exploração respondem por 45% da Petrobras. (Folha)

O ex-secretário Arno Augustin assinou documento no qual assume a responsabilidade pelas “pedaladas fiscais”. Para o Tribunal de Contas da União (TCU), a Nota Técnica 6, de 30 de dezembro de 2014 pode eximir Dilma Rousseff da responsabilidade pelas ações que melhoraram artificialmente o resultado das contas públicas. A rejeição das contas, porém, é decidida pelo Legislativo, que leva em consideração o parecer do TCU. (Valor)

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